Educação Ambiental e Cultura movimentam nossa região

Os programas de Educação Ambiental e Valorização do Patrimônio Institucional e Regional, por meio do Convênio Linha Ecológica, parceria entre a Itaipu Binacional e o Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu celebram os resultados parciais do andamento da Ação “Arte e Educação”. A realização em campo se dá em uma sólida parceria entre os Gestores Municipais de Cultura, que atuam no território de 55 municípios da área de interesse da Itaipu, a equipe de Cultura e Patrimônio da Rede Regional de Cultura e Patrimônio do Oeste do Paraná e o Ecomuseu de Itaipu.

Carinhosamente chamada de Correnteza Cultural, a ação prevê a realização de atividades de arte e educação, espetáculos e oficinas nas escolas, além de shows em espaços públicos abertos.  Existem diferentes tipos de trabalhos selecionados: espetáculos de dança, circo, teatro, música, contação de histórias, orquestras, cultura popular e folclore.

Em 2020, durante a pandemia, a equipe do Convênio Linha Ecológica realizou um credenciamento que culminou num cadastro de 126 profissionais/grupos para compor a grade de programações de ações previstas. As iniciativas selecionadas tiveram a finalidade de promover os conhecimentos acerca do patrimônio natural e cultural, o desenvolvimento cultural, socioeconômico urbano e rural de toda a região de forma integrada, respeitando as diferentes características de cada município, promovendo acesso a informações que culminam em processos de mudança de estilos de vida na sociedade, buscando potencializar o papel da educação para as mudanças socioculturais em busca da sustentabilidade explica a consultora Tatyane Cristina Mendonça Ravedutti que coordena a execução da Ação no território.

 

Os números

No ano de 2021, foram realizadas 96 ações, em 25 municípios, atendendo um público de 30.328 pessoas. Já no ano de 2022, 39 municípios foram visitados. Entre ações previstas e realizadas, as ações já somam mais de 200 e esses dados não para de crescer. O público deste ano já passa de 60.000, já que o interesse, a participação e a demanda por ações desse porte e com esse perfil ficou muito tempo represada. As ações têm circulado pela região, formando plateias, levando aos públicos mensagens de preservação das culturas locais e conservação do meio ambiente e sustentabilidade. Ciente de que a cultura do Oeste do Paraná é essencial para a transformação do indivíduo e da sociedade, o convênio realiza o compromisso de apoiar e difundir as manifestações artísticas que colaboram para o desenvolvimento cultural, bem como a democratização e valorização das culturas locais. “Ficamos muito felizes pela retomada das ações presenciais.  É uma alegria podermos fazer um circuito tão complexo, com tantas experiências, encontros e reencontros. Todos nós estamos ávidos por cultura, pois tudo foi muito difícil nos dois últimos anos” ressalta Tamiris Amâncio, (MAPE.CD)

 

Mas por que investir nessas ações é tão importante?

As manifestações artísticas são consideradas expressivas para o crescimento do ser humano. Aliar essas experiências aos conceitos vividos e trabalhados pela Educação Ambiental potencializa ambas as áreas. A partir da experiência de presenciar uma manifestação artística, alunos e professores passam a receber informações para educar os sentidos, a sensibilidade, a percepção, a reflexão e imaginação. Todos os presentes saem com sentidos ampliados para as questões retratadas nas obras. Professores saem com novas ferramentas pedagógicas e possibilidades de aplicações em sala de aula. Um trabalho integrando educação ambiental e cultura, destaca Lucilei Bodaneze Rossasi (MAPE.CD).

 

 

 

 

Assessoria

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